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quinta-feira, 1 de dezembro de 2011

Comportamentos compartilhados entre a maioria das espécies da família Canidae.

Possuem peitorais largos e cinturas pélvicas estreitas permitindo que eles corram atingindo altas velocidades. Tem olfato e audição bem desenvolvida, possuem sinais faciais e corporais que expressam seu "estado de espírito" como, por exemplo, fúria, medo, prazer, dominação e submissão. Uivam e podem latir, embora este segundo comportamento não seja muito realizado no meio selvagem. Enterram alimentos em excesso para os tempos de escassez. Apreciam a variados odores, fato ilustrado pela cena dos cães terem o costume cheirar tudo quando saem para um breve passeio. Hierarquia de domínio centrada num líder da matilha, lealdade à matilha e a todos os seus membros; todos agem para proteger os filhotes e muitas vezes os vigiam e alimentam quando a mãe está longe da ninhada. Utilizam urina misturada com secreções da glândula do prepúcio para demarcar seu território. Os machos tendem a levantar a pata traseira e urinar à altura do nariz de outros cães, permitindo também que o odor da urina se espalhe por uma área maior. Acredita-se que o cheiro da urina identifica seu urinador, seu sexo, idade, estado de saúde e o que comeu ultimamente; além de hormônios dissolvidos na urina poderem também fornecer informações à respeito do seu estado psicológico (fúria, medo, felicidade...) no momento que urinou. Além disso, a raspagem do chão que muitos canídeos realizam próximo às fezes pode servir para deixar informações contidas nas secreções sudoríferas das patas do raspador. Desta maneira, postes e árvores visitadas pelo seu cão são como um jornal de notícias ou uma coluna de fofocas caninas... Referência bibliográfica: COREN, Stanley. A inteligência dos Cães. Rio de Janeiro: Ediouro, 1996. Ps. Caso você queira mais informações sobre algo presente nesta postagem, deixe um comentário com seu pedido.

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